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terça-feira, 3 de julho de 2018

Lançamento de livros de membros do Nemos no Ruptura Cultural!

No último dia 30 de junho, no Ruptura Cultural - evento do Ruptura Espaço Cultural - foram lançados livros de Cleito Pereira dos Santos, Nildo Viana, Felipe Mateus, Edmilson Marques, Gabriel Teles, Lisandro Braga e outros membros do NEMOS.




sexta-feira, 6 de abril de 2018

Maio de 1968 e o Marxismo Autogestionário - Seminario Nemos e GPDS


Maio de 1968 e o Marxismo Autogestionário



Informações e inscrições:
gpdsufg@gmail.com

Inscrições:
As inscrições são gratuitas e é necessária para receber certificado e também para aqueles que apresentarão comunicações. Para se inscrever é preciso enviar um email contendo as seguintes informações:

Nome completo:

Curso e universidade (para estudantes) ou instituição (para professores e pesquisadores):

Email: (digite o seu endereço de email).

Resumo (para quem for apresentar comunicação).

O resumo deve ter de 200 a 300 palavras, contendo tema, objetivo, base teórica e, opcionalmente, metodologia e conclusões. A temática das comunicações devem estar relacionadas com o tema do evento e questões relacionadas ou derivadas, como movimento estudantil, marxismo, lutas sociais, anos 1960, contemporaneidade e lutas sociais.

Apresentação:

Maio de 1968 em Paris foi uma rebelião estudantil que foi acompanhada por um forte movimento grevista (o maior da história da França). O paradigma hegemônico da época, o reprodutivismo (expresso em ideologias como funcionalismo, estruturalismo, teoria dos sistemas, etc.), e a relativa estabilidade do capitalismo e elevação do nível material de vida nos países capitalistas imperialistas (vivendo sob o chamado "estado de bem estar social), entra em colapso com a ascensão e radicalização do movimento operário e do movimento estudantil no final dos anos 1960, em vários países. A luta estudantil e operária que atingiu maior radicalidade e quase se tornou uma revolução social, foi o Maio de 1968. Após o maio de 1968, muita coisa mudou. Uma dessas mudanças foi cultural. Por um lado, emergiu uma contrarrevolução cultural preventiva (expressa no novo paradigma hegemônico e substituto do reprodutivismo, o subjetivismo, e suas ideologias, tal como o pós-estruturalismo) e, por outro, emergiu o marxismo autogestionário, uma atualização e desenvolvimento da concepção marxista autêntica, em contraposição ao pseudomarxismo. O Seminário Maio de 1968 e o Marxismo Autogestionário visa abordar essas questões, tanto do maio de 1968 quanto da emergência e desenvolvimento do Marxismo Autogestionário. Para tanto, será abordado a formação do marxismo autogestionário após o maio de 1968 e suas relações com este evento, a relação entre marxismo e autogestão (anterior a esse acontecimento histórico), o marxismo autogestionário francês e o marxismo autogestionário contemporâneo, bem como a questão da autogestão social. As sessões de comunicações terão essas temáticas e outras relacionadas, como movimento estudantil, lutas sociais nos anos 1960, problemas e história do marxismo, entre outros.

Programação:

Dia 15 de maio 

08:00 - 12:00: Palestra
Maio de 1968 e a formação do marxismo autogestionário.
Nildo Viana (UFG).

14:000 - 18:00: Minicurso
Autogestão: Teoria e Prática
Gabriel Teles (UFG) e Lucas Maia (IFG).

Dia 16 de Maio:

08:00 - 12:00: Mesa Redonda - O Marxismo Autogestionário

Marxismo e Autogestão
José Santana da Silva (UEG)

O Marxismo Autogestionário Francês
Marcus Vinicius Conceição Costa (IFG/UFG)

O Marxismo Autogestionário Hoje
Edmilson Marques (UEG)

14:00- 18:00: Sessão de comunicações

Realização: 
GPDS (Grupo de Pesquisa Dialética e Sociedade) e NEMOS (Núcleo de Estudos e Pesquisa em Movimentos Sociais). 
Apoio: NPM/UEG; NEPALM/UFMS, NUPAC.





quinta-feira, 4 de maio de 2017

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

domingo, 21 de agosto de 2016

O Movimento Estudantil em Foco - Livro lançado pelo Nemos/Edições Redelp



Dados do Livro:

VIANA, Nildo (org). O Movimento Estudantil em Foco. Goiânia: Edições Redelp, 2016.



O Movimento Estudantil em Foco reúne análises do movimento estudantil sob diversos aspectos a partir de uma perspectiva crítica e renovadora. Assim, temas como reivindicações estudantis, MPL, Frente de Luta, Maio de 1968, formação e ressocialização estudantil, são analisados criticamente na presente obra.


A Coleção Movimentos Sociais, Poder Político e Transformação Social, é uma coedição do NEMOS – Núcleo de Estudos e Pesquisa em Movimentos Sociais, da Faculdade de Ciências Sociais da UFG (Universidade Federal de Goiás) e Edições Redelp. Ela visa publicar reflexões teóricas e análises concretas sobre os temas que são título desta coleção e da linha de pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da UFG.



Veja o Livro:


terça-feira, 2 de agosto de 2016

"Movimentos Sociais em Debate" - Mesa Redonda e Lançamento de Livros


Movimentos Sociais em Debate

Mesa Redonda:
* Dr. Denis Castilho/IESA-UFG
* Dr. Lucas Maia/IFG
* Dr. Nildo Viana/FCS-UFG

Lançamento de Livros:

MAIA, Lucas. Nem Partidos, Nem Sindicatos: A Reemergência das Lutas Autônomas no Brasil. Goiânia: Edições Redelp, 2016.

CASTILHO, Denis. Modernização territorial e redes técnicas em Goiás. Goiânia: UFG, 2016.

VIANA, Nildo. Os Movimentos Sociais. Curitiba: Prismas, 2016.

VÁRIOS. Movimentos Sociais: Questões Teóricas e Conceituais. Goiânia: Edições Redelp, 2016.

VÁRIOS. Movimento Estudantil em Foco. Goiânia: Edições Redelp, 2016.

Dia:
Sexta-Feira
02/09/2016

Horário:
Mesa Redonda: 08:00
Lançamento de livros: 10:00

Local:
Miniauditório do novo prédio de humanidades (FCS)
Universidade Federal de Goiás - Campus Samambaia

Realização:
Apoio:














Pesquisador do Nemos lança Livro sobre Movimentos Sociais





VIANA, Nildo. Os Movimentos Sociais. Curitiba: Editora Prismas, 2016.

O livro Os Movimentos Sociais é uma introdução a uma teoria dos movimentos sociais numa perspectiva marxista. Ele cumpre o papel de superar a lacuna da falta de uma teoria dos movimentos sociais na abordagem marxista, além de trazer diversos elementos que podem ser aproveitados em concepções não-marxistas. A obra consegue inovar no sentido de apontar um novo conceito de movimentos sociais, mais profundo e embasado que na maioria dos casos, e apresentar relações antes pouco desenvolvidas por outros autores, tal como na relação entre movimentos sociais e mercantilização ou burocratização.

Assim, a obra inicia com o conceito de movimentos sociais, base de todo o desenvolvimento posterior, inserindo esse fenômeno social na totalidade das relações sociais. O conceito de movimentos sociais apresentado vai além dos demais existentes por estar fortemente embasado em uma perspectiva teórico-metodológica e por não ser construído a partir de uma derivação de um movimento social particular e sim como sendo expressão do que é característico do conjunto dos movimentos sociais. Um dos méritos reside na distinção entre movimentos sociais e suas ramificações, apresentando uma interessante discussão sobre a diferença entre um movimento social em sua totalidade (tal como o movimento negro) e suas partes derivadas (organizações, ideologias, tal como o MNU – Movimento Negro Unificado, Frente Negra, Partido dos Panteras Negras, etc., que são organizações oriundas do movimento negro e não ele em si).

Após uma longa discussão e fundamentação do conceito de movimentos sociais, passa-se para uma análise da relação entre esse fenômeno e as lutas de classes. Isso é realizado nos demais capítulos, sendo que nesse focaliza apenas a questão da composição social (de classe) e da hegemonia interna nos movimentos sociais, gerando suas variedades (movimentos sociais conservadores, reformistas e revolucionários). Essas variedades de movimentos sociais estão intimamente ligadas à sua composição social e hegemonia interna.

O processo analítico continua com a análise do modo de produção capitalista, da acumulação de capital e seus efeitos sobre o movimentos sociais. Nesse capítulo, ganha destaque a discussão sobre mercantilização promovidas pela dinâmica capitalista, bem como a relação dos movimentos sociais com tal processo e com os regimes de acumulação, gerando “ondas de mercantilização”, que se aprofundam cada vez mais. A discussão sobre movimentos sociais e Estado tem como mérito analisar as formas de relação entre ambos. Nesse momento, aborda questões como cooptação, omissão, repressão (e criminalização), burocratização, entre outros aspectos, a partir da iniciativa estatal, e as orientações estatistas e civilistas, a partir da iniciativa dos próprios movimentos sociais. Na parte dedicada à análise da sociedade civil, os movimentos sociais aparecem em sua relação com a burocratização, com os partidos políticos, bem como destaca os conflitos sociais e existência dos movimentos sociais populares, ligadas às classes sociais desprivilegiadas. Por fim, a questão cultural é apresentada em toda sua complexidade, envolvendo as produções intelectuais (ideologias, representações cotidianas, crenças, etc.) e sua relação com os movimentos sociais, as lutas de classes e todo o processo social. A questão da produção social da cultura, da sua eficácia prática, bem como de seu caráter ilusório ou verdadeiro, são abordados no interior da dinâmica da sociedade e dos movimentos sociais.


Em síntese, é uma obra abrangente sobre os movimentos sociais, abarcando os mais variados aspectos dos mesmos, numa síntese teórica que explicita o que são os movimentos sociais, qual sua dinâmica e tendências na sociedade capitalista.


Texto da orelha do livro:

O livro de Nildo Viana trata de um dos temas mais relevantes na atualidade: os movimentos sociais. A relevância decorre de vários motivos, incluindo a grande quantidade de movimentos que vemos na atualidade, movimentos muitos diversos na sua composição social e nos seus objetivos. Apesar disso, existe uma lacuna teórica no que diz respeito aos movimentos sociais, pois a maioria dos autores tende a partir de uma concepção empiricista para definir os movimentos sociais e isso provoca muitas confusões na definição do conceito de movimento social. Uma das contribuições de Nildo Viana está na separação entre movimentos sociais e movimento de classe e também na discussão sobre transformação social. Nesta obra o leitor encontrará subsídios teóricos para refletir sobre os rumos que os movimentos sociais apontam para a sociedade: eles contribuem para a transformação social ou dificultam? A ascensão dos movimentos sociais no século 20 tem relação com o declínio dos movimentos de classes? São questões que o presente livro analisa e contribui com a reflexão do leitor.

André de Melo Santos

Trecho do Prefácio:

O livro Os Movimentos Sociais, de autoria de Nildo Viana, chega em boa hora. Trata-se de uma demonstração de que o pensamento autônomo, livre, instigador é possível em época de capitalismo neoliberal conformista.

O que propõe o autor é refletir e delinear uma conceituação acerca dos movimentos sociais apresentando, ao longo do livro, uma análise, que de modo claro, apresenta os principais equívocos teóricos e históricos nas definições de movimentos sociais. Tanto os autores ditos “marxistas” quanto autores de diversas outras linhagens teóricas e metodológicas são repensados a partir de suas limitações conceituais.

Pensar os movimentos sociais no capitalismo contemporâneo significa realizar a crítica aos usos e abusos conceituais e nesse sentido, a obra que vem a público realiza com primor. A erudição do autor é facilmente perceptível a partir do trânsito por autores os mais diversos, fluindo daí uma análise singular e imprescindível para a compreensão dos movimentos sociais na sociedade capitalista contemporânea.
[..]".
Cleito Pereira dos Santos


SUMÁRIO





05 - Prefácio

09 - Introdução

25 - O Conceito de Movimentos Sociais

63 - Movimentos Sociais e Luta de Classes

109 - Movimentos Sociais, Capitalismo e Acumulação de Capital

133 - Movimentos sociais e Estado

151 - Movimentos sociais e Sociedade Civil

173 - Movimentos sociais, Cultura e Ideologia

203 - Considerações Finais

205 - Referências