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terça-feira, 3 de julho de 2018
sexta-feira, 6 de abril de 2018
Maio de 1968 e o Marxismo Autogestionário - Seminario Nemos e GPDS
Maio de 1968 e o Marxismo Autogestionário
gpdsufg@gmail.com
Inscrições:
As inscrições são gratuitas e é necessária para receber certificado e também para aqueles que apresentarão comunicações. Para se inscrever é preciso enviar um email contendo as seguintes informações:
Nome completo:
Curso e universidade (para estudantes) ou instituição (para professores e pesquisadores):
Email: (digite o seu endereço de email).
Resumo (para quem for apresentar comunicação).
O resumo deve ter de 200 a 300 palavras, contendo tema, objetivo, base teórica e, opcionalmente, metodologia e conclusões. A temática das comunicações devem estar relacionadas com o tema do evento e questões relacionadas ou derivadas, como movimento estudantil, marxismo, lutas sociais, anos 1960, contemporaneidade e lutas sociais.
Apresentação:
Maio de 1968 em Paris foi uma rebelião estudantil que foi acompanhada por um forte movimento grevista (o maior da história da França). O paradigma hegemônico da época, o reprodutivismo (expresso em ideologias como funcionalismo, estruturalismo, teoria dos sistemas, etc.), e a relativa estabilidade do capitalismo e elevação do nível material de vida nos países capitalistas imperialistas (vivendo sob o chamado "estado de bem estar social), entra em colapso com a ascensão e radicalização do movimento operário e do movimento estudantil no final dos anos 1960, em vários países. A luta estudantil e operária que atingiu maior radicalidade e quase se tornou uma revolução social, foi o Maio de 1968. Após o maio de 1968, muita coisa mudou. Uma dessas mudanças foi cultural. Por um lado, emergiu uma contrarrevolução cultural preventiva (expressa no novo paradigma hegemônico e substituto do reprodutivismo, o subjetivismo, e suas ideologias, tal como o pós-estruturalismo) e, por outro, emergiu o marxismo autogestionário, uma atualização e desenvolvimento da concepção marxista autêntica, em contraposição ao pseudomarxismo. O Seminário Maio de 1968 e o Marxismo Autogestionário visa abordar essas questões, tanto do maio de 1968 quanto da emergência e desenvolvimento do Marxismo Autogestionário. Para tanto, será abordado a formação do marxismo autogestionário após o maio de 1968 e suas relações com este evento, a relação entre marxismo e autogestão (anterior a esse acontecimento histórico), o marxismo autogestionário francês e o marxismo autogestionário contemporâneo, bem como a questão da autogestão social. As sessões de comunicações terão essas temáticas e outras relacionadas, como movimento estudantil, lutas sociais nos anos 1960, problemas e história do marxismo, entre outros.
Programação:
Dia 15 de maio
08:00 - 12:00: Palestra
Maio de 1968 e a formação do marxismo autogestionário.
Nildo Viana (UFG).
14:000 - 18:00: Minicurso
Autogestão: Teoria e Prática
Gabriel Teles (UFG) e Lucas Maia (IFG).
Dia 16 de Maio:
08:00 - 12:00: Mesa Redonda - O Marxismo Autogestionário
Marxismo e Autogestão
José Santana da Silva (UEG)
O Marxismo Autogestionário Francês
Marcus Vinicius Conceição Costa (IFG/UFG)
O Marxismo Autogestionário Hoje
Edmilson Marques (UEG)
14:00- 18:00: Sessão de comunicações
Realização:
GPDS (Grupo de Pesquisa Dialética e Sociedade) e NEMOS (Núcleo de Estudos e Pesquisa em Movimentos Sociais).
Apoio: NPM/UEG; NEPALM/UFMS, NUPAC.
Marcadores:
GPDS,
maio de 1968,
Marxismo autogestionário,
Nemos
quinta-feira, 4 de maio de 2017
Palestra: Movimento Social Negro
Marcadores:
movimento negro,
movimentos sociais,
Nemos,
palestra
segunda-feira, 7 de novembro de 2016
Movimentos Sociais, Revista do Nemos, online!
v. 1, n. 01 (1): Revista Movimentos Sociais 01
Revista Movimentos sociais, vol. 01, num. 01, ano 01. 2016
Sumário
Editorial
| Da Necessidade de Refletir Sobre os Movimentos Sociais | TEXTO COMPLETO |
Teoria dos Movimentos Sociais
| Karl Marx e os Movimentos Sociais: Uma análise sobre os conceitos desenvolvidos pelo pensamento marxista | TEXTO COMPLETO |
| Gabrielle Andrade da Silva |
| Os Objetivos dos Movimentos Sociais | TEXTO COMPLETO |
| Nildo Viana |
Análise dos Movimentos Sociais
| Violência Contra Movimentos Populares e Resistências | TEXTO COMPLETO |
| Arlete Moysés Rodrigues |
| Autocracia Burguesa e Ditadura Civil-Militar: Considerações Sobre o Movimento Estudantil | TEXTO COMPLETO |
| Raí Vieira Soares, André de Menezes Gonçalves |
| O Movimento Estudantil na América Latina | TEXTO COMPLETO |
| Ruy Mauro Marini |
Movimentos Sociais: Cultura, Discurso e Ideologia
| Formação e Movimento Estudantil | TEXTO COMPLETO |
| Maria Angélica Peixoto |
| Repressão brutal e discurso jornalístico no Massacre de Avellaneda | TEXTO COMPLETO |
| Lisandro Almeida Braga |
Produção Discente
| O Movimento Estudantil do 1968 no México | TEXTO COMPLETO |
Marcadores:
burocratização,
classes sociais,
conceito de movimentos sociais,
cooptação,
Grupo Social,
Insatisfação Social,
Mobilização Social,
movimento estudantil,
Nemos,
Objetivos
domingo, 21 de agosto de 2016
O Movimento Estudantil em Foco - Livro lançado pelo Nemos/Edições Redelp
Dados do Livro:
VIANA, Nildo (org). O Movimento Estudantil em Foco. Goiânia: Edições Redelp, 2016.
O Movimento Estudantil em Foco reúne análises do movimento estudantil sob diversos aspectos a partir de uma perspectiva crítica e renovadora. Assim, temas como reivindicações estudantis, MPL, Frente de Luta, Maio de 1968, formação e ressocialização estudantil, são analisados criticamente na presente obra.
A Coleção Movimentos Sociais, Poder Político e Transformação Social, é uma coedição do NEMOS – Núcleo de Estudos e Pesquisa em Movimentos Sociais, da Faculdade de Ciências Sociais da UFG (Universidade Federal de Goiás) e Edições Redelp. Ela visa publicar reflexões teóricas e análises concretas sobre os temas que são título desta coleção e da linha de pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da UFG.
Veja o Livro:
Marcadores:
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teoria dos movimentos sociais
terça-feira, 2 de agosto de 2016
"Movimentos Sociais em Debate" - Mesa Redonda e Lançamento de Livros
Movimentos
Sociais em Debate
Mesa
Redonda:
* Dr. Denis Castilho/IESA-UFG
* Dr. Lucas Maia/IFG
* Dr. Nildo Viana/FCS-UFG
Lançamento
de
Livros:
MAIA, Lucas. Nem Partidos, Nem Sindicatos: A Reemergência das Lutas Autônomas no Brasil. Goiânia: Edições Redelp, 2016.
CASTILHO, Denis. Modernização territorial e redes técnicas em Goiás. Goiânia: UFG, 2016.
VIANA, Nildo. Os Movimentos Sociais.
Curitiba: Prismas, 2016.
VÁRIOS. Movimentos Sociais: Questões Teóricas e Conceituais. Goiânia: Edições Redelp, 2016.
VÁRIOS. Movimento Estudantil em Foco. Goiânia: Edições Redelp, 2016.
Dia:
Sexta-Feira
02/09/2016
Horário:
Mesa
Redonda: 08:00
Lançamento
de livros: 10:00
Local:
Miniauditório
do novo prédio de humanidades (FCS)
Universidade
Federal de Goiás - Campus Samambaia
Realização:
Apoio:
Marcadores:
capitalismo,
classes sociais,
conceito de movimentos sociais,
lutas autõnomas,
marxismo,
Mesa Redonda,
movimento estudantil,
movimentos sociais,
Nemos,
teoria,
teoria dos movimentos sociais
Pesquisador do Nemos lança Livro sobre Movimentos Sociais
VIANA, Nildo. Os Movimentos Sociais. Curitiba: Editora Prismas, 2016.
O
livro Os Movimentos Sociais é uma
introdução a uma teoria dos movimentos sociais numa perspectiva marxista. Ele
cumpre o papel de superar a lacuna da falta de uma teoria dos movimentos
sociais na abordagem marxista, além de trazer diversos elementos que podem ser
aproveitados em concepções não-marxistas. A obra consegue inovar no sentido de
apontar um novo conceito de movimentos sociais, mais profundo e embasado que na
maioria dos casos, e apresentar relações antes pouco desenvolvidas por outros
autores, tal como na relação entre movimentos sociais e mercantilização ou
burocratização.
Assim,
a obra inicia com o conceito de movimentos sociais, base de todo o
desenvolvimento posterior, inserindo esse fenômeno social na totalidade das
relações sociais. O conceito de movimentos sociais apresentado vai além dos
demais existentes por estar fortemente embasado em uma perspectiva teórico-metodológica
e por não ser construído a partir de uma derivação de um movimento social
particular e sim como sendo expressão do que é característico do conjunto dos
movimentos sociais. Um dos méritos reside na distinção entre movimentos sociais
e suas ramificações, apresentando uma interessante discussão sobre a diferença
entre um movimento social em sua totalidade (tal como o movimento negro) e suas
partes derivadas (organizações, ideologias, tal como o MNU – Movimento Negro
Unificado, Frente Negra, Partido dos Panteras Negras, etc., que são
organizações oriundas do movimento negro e não ele em si).
Após
uma longa discussão e fundamentação do conceito de movimentos sociais, passa-se
para uma análise da relação entre esse fenômeno e as lutas de classes. Isso é
realizado nos demais capítulos, sendo que nesse focaliza apenas a questão da
composição social (de classe) e da hegemonia interna nos movimentos sociais,
gerando suas variedades (movimentos sociais conservadores, reformistas e
revolucionários). Essas variedades de movimentos sociais estão intimamente
ligadas à sua composição social e hegemonia interna.
O processo analítico continua com
a análise do modo de produção capitalista, da acumulação de capital e seus
efeitos sobre o movimentos sociais. Nesse capítulo, ganha destaque a discussão
sobre mercantilização promovidas pela dinâmica capitalista, bem como a relação
dos movimentos sociais com tal processo e com os regimes de acumulação, gerando
“ondas de mercantilização”, que se aprofundam cada vez mais. A discussão sobre
movimentos sociais e Estado tem como mérito analisar as formas de relação entre
ambos. Nesse momento, aborda questões como cooptação, omissão, repressão (e
criminalização), burocratização, entre outros aspectos, a partir da iniciativa
estatal, e as orientações estatistas e civilistas, a partir da iniciativa dos
próprios movimentos sociais. Na parte dedicada à análise da sociedade civil, os
movimentos sociais aparecem em sua relação com a burocratização, com os
partidos políticos, bem como destaca os conflitos sociais e existência dos
movimentos sociais populares, ligadas às classes sociais desprivilegiadas. Por
fim, a questão cultural é apresentada em toda sua complexidade, envolvendo as
produções intelectuais (ideologias, representações cotidianas, crenças, etc.) e
sua relação com os movimentos sociais, as lutas de classes e todo o processo
social. A questão da produção social da cultura, da sua eficácia prática, bem
como de seu caráter ilusório ou verdadeiro, são abordados no interior da
dinâmica da sociedade e dos movimentos sociais.
Em síntese, é uma obra abrangente
sobre os movimentos sociais, abarcando os mais variados aspectos dos mesmos,
numa síntese teórica que explicita o que são os movimentos sociais, qual sua
dinâmica e tendências na sociedade capitalista.
Texto da orelha do livro:
O
livro de Nildo Viana trata de um dos temas mais relevantes na atualidade: os
movimentos sociais. A relevância decorre de vários motivos, incluindo a grande quantidade
de movimentos que vemos na atualidade, movimentos muitos diversos na sua
composição social e nos seus objetivos. Apesar disso, existe uma lacuna teórica
no que diz respeito aos movimentos sociais, pois a maioria dos autores tende a
partir de uma concepção empiricista para definir os movimentos sociais e isso provoca
muitas confusões na definição do conceito de movimento social. Uma das
contribuições de Nildo Viana está na separação entre movimentos sociais e movimento
de classe e também na discussão sobre transformação social. Nesta obra o leitor
encontrará subsídios teóricos para refletir sobre os rumos que os movimentos
sociais apontam para a sociedade: eles contribuem para a transformação social
ou dificultam? A ascensão dos movimentos sociais no século 20 tem relação com o
declínio dos movimentos de classes? São questões que o presente livro analisa e
contribui com a reflexão do leitor.
André
de Melo Santos
Trecho do Prefácio:
O livro Os Movimentos Sociais,
de autoria de Nildo Viana, chega em boa hora. Trata-se de uma demonstração de
que o pensamento autônomo, livre, instigador é possível em época de capitalismo
neoliberal conformista.
O que propõe o autor é refletir e delinear uma conceituação acerca dos
movimentos sociais apresentando, ao longo do livro, uma análise, que de modo
claro, apresenta os principais equívocos teóricos e históricos nas definições
de movimentos sociais. Tanto os autores ditos “marxistas” quanto autores de
diversas outras linhagens teóricas e metodológicas são repensados a partir de
suas limitações conceituais.
[..]".
Cleito Pereira dos Santos
SUMÁRIO
05 -
Prefácio
09 -
Introdução
25 -
O Conceito de Movimentos Sociais
63 -
Movimentos Sociais e Luta de Classes
109 -
Movimentos Sociais, Capitalismo e Acumulação de Capital
133 -
Movimentos sociais e Estado
151 -
Movimentos sociais e Sociedade Civil
173 -
Movimentos sociais, Cultura e Ideologia
203 -
Considerações Finais
205 -
Referências
Marcadores:
burocratização,
cooptação,
Grupo Social,
Insatisfação Social,
mercantilização,
Mobilização Social,
movimentos sociais,
Nemos,
Nildo Viana,
Objetivos,
Senso de Pertencimento,
Situação Social
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